Vedação da cauda do TBM: escovas, calda e pressão contra a água
A cauda do escudo é um dos pontos mais vulneráveis de qualquer TBM em terreno aquífero. Quando a vedação falha, água e material fino entram no espaço anular, contaminam a calda e podem provocar afluências súbitas, instabilidade do maciço e danos nas aduelas. Em solos mistos de areia e rocha — situação frequente em túneis de metro, estrada e utilidades no Médio Oriente — as pressões variam depressa e não deixam margem para vedantes mal dimensionados.
A protecção assenta em três frentes: escovas de vedação da cauda em várias filas, lubrificadas de forma contínua com massa consistente; injecção de calda com composição, densidade e caudal controlados, em sincronismo com o avanço; e monitorização permanente da pressão no espaço anular, que revela perdas de calda ou fugas antes de se tornarem incidentes. As escovas desgastam-se, pelo que o plano de manutenção deve prever substituição sem paragens prolongadas.
Para engenheiros e compradores, a conclusão é directa: a fiabilidade da vedação da cauda depende tanto do projecto como da qualidade e disponibilidade dos componentes. Escovas, massas de lubrificação, vedantes e acessórios de injecção devem ser intercambiáveis e chegar depressa à obra. A OUSUN, em Deyang, Sichuan, fornece estes consumíveis e peças com prazos típicos de 2 a 4 semanas — [email protected].