Gestão do desgaste do transportador de parafuso em TBMs EPB: veios, helicoides e forros
Em túneis metroviários, rodoviários e de infraestruturas no Médio Oriente, a presença de areia, cascalho e arenitos muito abrasivos — frequentemente em face mista de areia e rocha — transforma o transportador de parafuso num consumível. Os helicoides e o veio perdem espessura, a folga entre espiral e forro aumenta, a eficiência de extração cai e o controlo de pressão na câmara torna-se instável. O resultado típico é maior consumo de potência, entupimentos e paragens não planeadas em plena escavação.
A gestão prática passa por tratar forros e helicoides como componentes de sacrifício: medir espessuras em pontos fixos a cada inspeção, registar a taxa de desgaste em milímetros por anel escavado e definir limites de substituição antes da falha. Trocar helicoides e troços de veio durante paragens programadas custa horas; fazê-lo em emergência, com a TBM imobilizada e o solo a fechar, custa dias de produção. O planeamento de stock é, aqui, engenharia de risco.
Como fabricante integrado no cluster de Deyang, Sichuan, a OUSUN fornece helicoides, veios, forros anti-desgaste, parafusos de segmento, vedantes e peças do sistema de transporte de terras com especificação intermutável. Com prazos típicos de 2 a 4 semanas, é viável manter um conjunto de desgaste em obra e programar a rotação antes do limite crítico. A regra para compradores é simples: encomendar antes de a folga aparecer — [email protected].